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In a career spanning over 30 years of experience in journalism, TV production, film and TV scripts, Wladimir Weltman has worked for some of the most important companies in the industry in the USA and Brazil. Numa carreira que se estende por mais de 30 anos de experiência em jornalismo, produção de tevê, roteiros de cinema e TV, e presença frente às câmeras Wladimir Weltman trabalhou em algumas das mais importantes empresas do ramo nos EUA e no Brasil.

Sunday, August 16, 2015

STAR WARS WATCH - EPISODE IX DIRECTOR ANNOUNCED



ANAHEIM, CALIF. (August 15, 2015)—Today at D23, Walt Disney Studios Chairman Alan Horn announced that writer-director Colin Trevorrow will direct Star Wars: Episode IX, which is set for release in 2019.

While production won’t begin for a few years, Trevorrow is heading to Lucasfilm this year to begin working with artists and his fellow Star Wars directors. “Colin is someone I’ve been interested in working with ever since I saw ‘Safety Not Guaranteed,’” says Lucasfilm President Kathleen Kennedy. “The power of that film paired with the enormous success of ‘Jurassic World’ speaks volumes about his abilities both as a storyteller and skilled filmmaker. We are thrilled to have such an incredible talent as Colin join our family and step into the Star Wars universe.”

Trevorrow states, “This is not a job or an assignment. It is a seat at a campfire, surrounded by an extraordinary group of storytellers, filmmakers, artists and craftspeople. We’ve been charged with telling new stories for a younger generation because they deserve what we all had—a mythology to call their own. We will do this by channeling something George Lucas instilled in all of us: boundless creativity, pure invention and hope.”

Star Wars: Episode IX will conclude the third trilogy of Star Wars movies that begins with Star Wars: The Force Awakens on December 18, 2015.

Friday, July 3, 2015

Filme Encontrado no Brasil Mostra Cenas Inéditas de Judeus em Campo de Concentração

Reportagem do Alef News de Mauro Wainstock & Tania Benchimol
03/07/2015
Quando migrou da Bulgária para o Brasil, em 1948, Licco Haim trouxe na bagagem um material que, décadas depois, revelou-se um tesouro histórico: filmes que mostram o dia a dia de judeus em um campo de trabalhos forçados na Segunda Guerra Mundial. Judeu nascido na Áustria, ele morava na Bulgária quando, em 1941, foi enviado para o campo de Lakatnik, a 40 km da capital, Sófia. Lá, participou da construção de uma estrada junto com outros judeus, ciganos e minorias discriminadas. Anos depois, migrou com a família para o Brasil, onde morou por 54 anos, até sua morte.

As imagens, redescobertas pela família mostram cenas como os presos quebrando pedras, afiando ferramentas, explodindo dinamite, pegando sua ração de comida ou fumando e escalando montanhas nos momentos de folga. De acordo com o Museu da Memória do Holocausto dos EUA, que recebeu os filmes como doação, a gravação tem grande valor histórico por ser uma das poucas no mundo feitas sob a ótica de um prisioneiro, e não do regime que controlava o campo. Não se sabe como Licco conseguiu captar as imagens dentro do local. Uma das hipóteses é que os próprios guardas tenham pedido que ele levasse a câmera para filmar cerimônias oficiais e ele aproveitou a oportunidade para gravar outros momentos do cotidiano.


Após seis meses, ele foi dispensado do campo de trabalhos forçados por suas habilidades com mecânica, necessárias para o país naquela época. Sete anos depois, quando a Bulgária já era comunista, migrou para o Brasil com a família e morou em São Paulo até 2002, quando morreu. Os filmes perderam qualidade e ficaram incógnitos por muito tempo, já que a família não sabia exatamente do que se tratava. “Ele trouxe para o Brasil, o que significa que dava importância ao material. Mas depois disso nunca mais deu bola e raríssimas vezes tocou no assunto”, conta seu filho, Salvator Haim.

Em 2014, quando o sobrinho dele, Ilko Minev, escreveu um romance baseado na história do tio, a família redescobriu as latas com os filmes. “Não conseguimos ver o conteúdo, porque a lâmpada do projetor queimou. Foi o que preservou, porque esses filmes antigos se desgastam cada vez que são vistos. Eles estavam dentro de uma mala e não sabíamos o que fazer com eles”, conta Ilko. Por sugestão de um amigo, a família levou os filmes para o museu em Washington, que os recuperou, remasterizou e usou como objeto de pesquisa. Segundo Ilko, os diretores do museu tiveram uma surpresa quando perceberam do que se tratava o material. “Foi emocionante. Não esperávamos a recepção que tivemos. Aí que nos demos conta de que nossos filmes tinham um valor extraordinário”, afirmou.

Lindsay Zarwell, que trabalha no Arquivo de Filmes Steven Spielberg, pertencente ao museu, afirmou que as gravações de Licco são valiosas para o acervo da instituição e para ajudar a reconstruir a história dos judeus na Bulgária. “Filmes assim são poderosos não apenas por seu significado histórico, mas também porque chamam a atenção para a vida das pessoas comuns. É importante capturar a história de indivíduos para revelar a verdade sobre os horrores do Holocausto na esperança de um futuro mais justo”, diz. Os filmes de Licco estão sendo incorporados a um arquivo do museu que inclui entrevistas do diretor Steven Spielberg com sobreviventes de campos de concentração e por isso foi batizado com seu nome.

Licco Haim mudou-se com o pai da Áustria para a Bulgária aos 18 anos. Entendido de mecânica, prosperou no ramo automobilístico até sua empresa ser confiscada pelo governo antissemita e ele ser enviado para o campo de trabalhos forçados, como quase todos os outros homens judeus. Graças a uma ponte que aparece nas filmagens, os familiares conseguiram localizar onde ficava o campo. A estrada construída pelos prisioneiros existe até hoje. Na Bulgária, esses campos – inicialmente administrados pelo exército do país e depois pelos alemães – não eram de extermínio, como em outros países. “Foi um regime duro, mas a intenção não era exterminar. Era explorar, mas não matar. Por isso a Bulgária começou e terminou a guerra com o mesmo número de judeus: cerca de 50 mil”, conta Ilko, que é búlgaro e veio para o Brasil já adulto, em 1970, por perseguições políticas do regime comunista.

Depois de ser liberado do campo, Licco conseguiu recuperar a empresa, mas ela foi tomada novamente em 1948, quando a Bulgária já era comunista. “Aí ele desistiu e resolveu ir embora de lá”, conta Salvator. Após passar pela Suíça e pela França, Licco, a mulher, a sogra e o filho (que na época tinha dois anos) pediram visto para vários países. Resolveram vir para o Brasil, onde o documento saiu primeiro. A viagem de navio durou seis meses. Em São Paulo, Licco trabalhou em companhias de automóveis e depois fundou a própria empresa metalúrgica. Tinha vários hobbies: escalar, velejar e jogar xadrez eram alguns deles. Ele e a mulher adoravam morar aqui. “Ai de quem falasse mal do Brasil”, afirma Salvator. "Eles se consideravam brasileiros".
Para ver trechos do filme recuperado visite o link:
 link https://blu178.mail.live.com/tid=cmH9sX_oYh5RGzbgAjfePxQg2&fid=flinbox  

Wednesday, June 3, 2015

ARNOLD SCHWARZENEGGER NO RIO


Na segunda-feira, dia 1º de junho, Arnold Schwarzenegger se encontrou com a imprensa carioca no Copacabana Palace. Depois de posar para os fotógrafos de frente para a praia de Copacabana, Schwarzenegger deu uma entrevista coletiva pra divulgar o quinto filme da franquia "Terminator".

O que parecia uma tarefa impossível -- dar nova vida a essa história – foi realizada pelos roteiristas do filme "Exterminador do Futuro: Gênesis". Não vou contar nada da trama – paguem o ingresso e vejam o filme.

Interessante mesmo foi ver que, em pessoa, Arnold aos 67 anos de idade, continua firme e forte como a sua personagem, o “exterminador”.

No papo com a imprensa, Arnold disse que Emília Clarke, de GAME OF THRONES se mostrou competente para ocupar o posto que foi de Linda Hamilton nos filmes 1 e 2. Admitindo que a escolha dela para o papel de Sarah Connor, foi uma boa jogada de marketing dos produtores: "Os homens babam por ela, a consideram muito sexy. Achei ótimo ter no filme uma atriz que todos gostam tanto...”. Ao fazer esse comentário, a plateia de jornalistas riu.

Mas o melhor da conversa com Schwarzenegger foi no final, quando uma jornalista perguntou sobre o que ele faria se chegasse ao posto de governador, ou presidente do Brasil. Sem pestanejar, Arnold respondeu: "A primeira coisa a fazer é promover a paz entre os partidos”, ele falou como se ainda fosse o Governador da Califórnia, “porque é triste como os políticos fazem de tudo uma disputa. Eu aqui faria como fiz nos Estados Unidos, tentaria melhorar a vida das pessoas. Talvez por isso nos EUA, nem a direita, nem a esquerda, gostavam de mim... Pra governar o politico tem que esquecer o partido e se preocupar em servir ao povo".

Depois de enaltecer os brasileiros e o Brasil, Arnold partiu. Deixou o Rio na segunda mesmo, continuando a campanha internacional de lançamento do filme, que chega as telas por aqui no dia 2 de julho. O ator também veio ao Rio para participar da sua feira de fitness "Arnold Classic Brasil 2015". 




Wednesday, May 20, 2015

AGORA LEGENDADA!!!

Vejam o trecho que postei da entrevista com Oja Kodar dias atrás, agora com legendas em português.

Thursday, May 14, 2015

FABIANO CANOSA NO TEMPO GLAUBER


É com alegria que informo que meu amigo Fabiano Canosa foi convidado a integrar a equipe de Frederico Cardoso e Viviane Ayres no TEMPO GLAUBER.

O TEMPO GLAUBER, sediado na Rua Sorocaba 190, em Botafogo, no Rio de Janeiro é um centro cultural. Começou em 1983, dois anos depois da morte do célebre cineasta Glauber Rocha, responsável, entre outras obras, pelo clássico DEUS E O DIABO NA TERRA DO SOL (1964). O TEMPO GLAUBER tem como maior objetivo manter vivo o legado de Glauber Rocha, através da montagem de mostras e restauração digital de seus filmes. O acervo do TEMPO GLAUBER conta com 100.000 documentos sobre a vida e a obra do cineasta, além dos seus filmes. O centro cultural também abre seu espaço para debates, encontros e assembleias sobre cultura e cinema. 

Endereço: Rua Sorocaba, 190, Botafogo
Telefone: (21) 2527-5840
Email: diretoria@tempoglauber.com.br/oficinas@tempoglauber.com.br
Site: http://www.tempoglauber.com.br

Wednesday, May 13, 2015

OJA KODAR NO BRASIL PARA A MOSTRA DE 100 ANOS DE ORSON WELLES


Vejam um trecho da entrevista que fiz com Oja Kodar, última companheira de Orson Welles no Cine Estação no Rio de Janeiro no dia 12 de maio de 2015.